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Low Pressure Fitness · Hipopressivos · Pós-parto & Reabilitação

Força sem pressão.

O Low Pressure Fitness é um método criado na Espanha por Piti Pinsach e Tamara Rial, baseado em exercícios hipopressivos, reeducação postural e técnicas respiratórias. A prática trabalha musculatura profunda do abdômen, assoalho pélvico e alinhamento corporal com progressão cuidadosa.

on Presencial & Online Pilates Clássico e LPF
Método hipopressivo
Medidas até 12 cm em alguns casos*
Certificada no Brasil por Carol Lemes
Débora Cherubini demonstrando postura de Low Pressure Fitness.
Débora Cherubini em postura de Low Pressure Fitness.
Debora Cherubini Certificada em LPF no Brasil por Carol Lemes · CREFITO 5-62253
O método

Hipopressivos: baixa pressão, consciência real.

O LPF combina posturas específicas, respiração e organização corporal para trabalhar o core profundo sem depender de força bruta. A proposta é melhorar percepção, estabilidade e alinhamento, respeitando limites e histórico de cada pessoa.

O método ganhou popularidade por contribuir para postura, consciência corporal, estabilidade do core e redução da pressão intra-abdominal durante a execução. Muitas pessoas também relatam melhora de dores lombares, função respiratória e tônus abdominal e pélvico ao longo da prática orientada.

Criado em 2014 na Espanha por Piti Pinsach — preparador físico e doutor em Morfologia Médica — e pela Dra. Tamara Rial, doutora em Ciências do Exercício pela Universidade de Vigo. Os dois desenvolveram o LPF como um sistema completo a partir da técnica hipopressiva, originalmente pesquisada pelo médico belga Marcel Caufriez nos anos 1980. Hoje o método é utilizado em contextos de movimento, reeducação postural, pós-parto e reabilitação pélvica, sempre com indicação ajustada a cada caso.

Débora é certificada em Low Pressure Fitness e aplica o método como recurso complementar nos atendimentos de postura, core, assoalho pélvico, pós-parto e consciência corporal.

Assoalho pélvico Pós-parto Diástase abdominal Prolapso Incontinência Postura Respiração Rendimento esportivo
A prática

O que acontece em cada sessão.

LPF combina postura, respiração e consciência corporal num sistema progressivo. A técnica exige precisão; por isso a avaliação define ritmo, adaptações e objetivos antes da prática.

i.

Posturas hipopressivas

Cada postura é realizada com alinhamento preciso de coluna, cintura pélvica e membros. A posição organiza o sistema músculo-fascial para que o próximo passo — a respiração — produza o efeito hipopressivo.

ii.

O padrão respiratório

A respiração é lenta, costal lateral e profunda. Ao expirar completamente, o diafragma sobe e o assoalho pélvico recebe estímulo reflexo de elevação. É o oposto do que acontece num abdominal convencional.

iii.

A manobra hipopressiva

Em momento específico da expiração, as costelas se abrem sem entrada de ar — criando pressão negativa no abdômen e na pelve. Essa apneia reflexa é a "assinatura" do método e produz ativação profunda sem esforço muscular voluntário.

iv.

Progressão e resultado

Com prática regular, a pessoa tende a ganhar mais consciência postural, controle respiratório e estabilidade do centro. A evolução é individual e deve respeitar sintomas, histórico e orientação clínica.

Indicações

Para quem o LPF faz diferença.

O método pode ser usado como recurso complementar em diferentes fases, sempre depois de avaliação e com orientação individual.

01

Pós-parto & reabilitação pélvica

No pós-parto, o LPF pode entrar como parte de uma retomada progressiva, com foco em respiração, postura, abdômen profundo e assoalho pélvico. A indicação depende da avaliação, da liberação clínica e do momento de recuperação de cada mulher.

02

Incontinência & prolapso

Em quadros de incontinência ou prolapso, o trabalho hipopressivo pode ser considerado dentro de um plano conservador, sempre respeitando avaliação fisioterapêutica, sintomas e acompanhamento médico quando necessário.

03

Diástase abdominal

Em casos de diástase, a prioridade é reorganizar respiração, postura e ativação abdominal profunda sem pressa. O LPF pode compor esse plano junto com exercícios terapêuticos e orientação para a rotina.

04

Atletas & esportes de alto impacto

Corrida, crossfit, vôlei e esportes de salto geram pressão repetitiva sobre o assoalho pélvico. O LPF é usado como treino complementar para equilibrar essa carga, favorecer consciência respiratória e ajudar no controle do centro durante a prática esportiva.

05

Hérnia abdominal & coluna

Em hérnias abdominais, lombalgias e queixas de coluna, a baixa pressão e a reeducação postural podem ajudar a organizar melhor o movimento. A conduta depende do quadro, dos sintomas e das orientações clínicas.

06

Condicionamento & estética funcional

Embora seja conhecido como "técnica da barriga negativa", o LPF não promove emagrecimento direto. O que pode acontecer é uma redução de medidas pela melhora da organização postural, da pressão intra-abdominal, do tônus profundo e da percepção do centro. Em alguns casos, essa mudança deixa a cintura visualmente mais fina e contribui para autoestima.

até 12 cm de redução de circunferência abdominal em alguns casos, sem ser uma promessa de emagrecimento.
Antes e depois de aluna praticante de LPF, registro já publicado no Instagram.
Aluna em postura hipopressiva Afrodite durante prática de LPF.
Registro publicado

Quando postura, respiração e constância aparecem no corpo.

Este antes e depois de uma aluna foi publicado no Instagram da Débora e entra aqui como exemplo visual de acompanhamento com LPF.

A leitura mais importante não é promessa de emagrecimento: é organização. O trabalho hipopressivo pode favorecer consciência corporal, melhor alinhamento, tônus abdominal, reposicionamento funcional das pressões internas e percepção do centro quando praticado com orientação e regularidade.

Essa reorganização pode aparecer também como redução de medidas e cintura mais definida em algumas pessoas. Em alguns casos, essa redução pode chegar a até 12 cm de circunferência abdominal, o que tem valor estético e pode impactar positivamente a autoestima. Cada corpo responde de um jeito: resultados individuais não devem ser generalizados, e a indicação do LPF depende da avaliação inicial, histórico clínico e objetivos da pessoa.

Entenda a diferença

Hipopressivo vs. abdominal convencional.

A distinção é simples — e importante para entender por que algumas pessoas pioram com exercícios tradicionais de core.

Convencional

Exercícios hiperpressivos

Abdominais, prancha, agachamento e a maioria dos exercícios de core aumentam a pressão intra-abdominal. Esse aumento empurra os órgãos pélvicos para baixo e para fora — o que pode agravar prolapso, incontinência, diástase e hérnias em pessoas com assoalho pélvico comprometido.

Pressão pélvica · aumenta
Indicado para · população geral saudável
LPF · Hipopressivo

Low Pressure Fitness

O LPF produz pressão negativa dentro do abdômen e da pelve. Os órgãos pélvicos são elevados reflexamente, o assoalho pélvico ativa sem esforço voluntário, e o core profundo é recrutado sem sobrecarregar cicatrizes, prolapsos ou estruturas fragilizadas.

Pressão pélvica · reduz
Indicado para · reabilitação pélvica, pós-parto, atletas
Formação

Certificada em LPF no Brasil.

Débora é certificada em Low Pressure Fitness no Brasil por Carol Lemes, embaixadora do LPF no país. A formação orienta a aplicação do método com atenção à postura, à respiração e à progressão de cada praticante.

O método foi criado na Espanha por Piti Pinsach e Dra. Tamara Rial, e a certificação da Débora no Brasil conecta essa base técnica ao acompanhamento clínico, individualizado e cuidadoso da fisioterapia.

Débora Cherubini

Certificada em Low Pressure Fitness no Brasil por Carol Lemes · Fisioterapeuta · CREFITO 5-62253

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Dúvidas frequentes

Perguntas sobre Low Pressure Fitness.

A manobra hipopressiva é uma apneia realizada após uma expiração completa. Com os pulmões vazios, as costelas se abrem como se fosse inspirar — mas sem deixar o ar entrar. Esse movimento cria pressão negativa dentro do tórax, abdômen e pelve, elevando reflexamente o diafragma e o assoalho pélvico. É a principal ferramenta do método e exige treinamento preciso para ser executada corretamente.
O LPF como sistema postural e de movimento é amplamente seguro. A manobra hipopressiva (apneia) é contraindicada para pessoas com hipertensão arterial não controlada, doença cardíaca, DPOC, câncer ativo e gestantes. Nesses casos, é possível praticar o LPF sem a apneia, mantendo os benefícios posturais e respiratórios. Na avaliação inicial identificamos o que é adequado para cada caso.
São métodos distintos e complementares. O Pilates trabalha força, mobilidade e controle motor nos aparelhos clássicos — com carga e resistência. O LPF foca no padrão respiratório hipopressivo, na organização postural e na ativação reflexa do assoalho pélvico — sem aparelhos e com pressão intra-abdominal reduzida. Muitas pessoas combinam os dois métodos dentro de um plano individual.
A manobra de apneia hipopressiva não é indicada durante a gestação. No entanto, as posturas e o padrão respiratório costal do LPF podem ser adaptados e utilizados como preparação corporal. Após o parto — com liberação do obstetra —, o LPF pode ser um dos recursos considerados na recuperação do assoalho pélvico.
O protocolo recomendado é de 3 sessões semanais de 20 minutos, ou sessões guiadas 1 a 2 vezes por semana combinadas com prática domiciliar. Muitas pessoas relatam melhora de postura e tônus abdominal nas primeiras semanas. A resposta em sintomas como incontinência e prolapso varia conforme o caso, a regularidade da prática e o plano de cuidado.
Sim. O LPF exige aprendizado técnico preciso — postura, ativação da musculatura acessória da respiração e execução correta da apneia. As primeiras sessões são individuais para garantir que a base esteja correta antes de uma prática mais autônoma. Após essa fase, é possível manter a prática em casa com supervisão periódica.
Sim. Homens se beneficiam do LPF para hérnia abdominal, pós-operatório de próstata, disfunção do assoalho pélvico e melhora do rendimento esportivo. A manobra hipopressiva também melhora a capacidade pulmonar — um ganho relevante para quem pratica qualquer esporte aeróbico.
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